Economia
Energia solar foi a principal fonte de produção de eletricidade pela primeira vez
Pela primeira vez, a energia solar foi, durante o mês de julho, a principal fonte de produção de eletricidade em Portugal.
De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira pela Redes Energéticas Nacionais (REN), a energia solar representou 19% do total de consumo elétrico no país, num mês em que as fontes renováveis garantiram 53% da eletricidade consumida a nível nacional.
Depois da solar, a produção hídrica foi a mais relevante, com 16%, seguida da energia eólica, com 13%.
A produção não renovável abasteceu 13% do consumo, enquanto os restantes 34% corresponderam a energia importada.
No mês passado, o índice de produtibilidade solar foi de 0,89, enquanto o hídrico atingiu 1,26 e o eólico 0,71.
“Nos primeiros sete meses do ano, a produção renovável assegurou 68% do consumo, repartida pela hidroelétrica com 27%, eólica com 24%, fotovoltaica com 12% e biomassa com 5%”, diz a REN.
No mesmo período, a produção a gás natural representou 14% do consumo, sendo os restantes 18% assegurados por energia importada.
O consumo de energia elétrica em julho “manteve a tendência de crescimento verificada ao longo do ano, registando um aumento homólogo de 3% (1,8%, após correção dos efeitos da temperatura e do número de dias úteis)”, explica a REN.
Já no mercado do gás natural, o consumo caiu 7,3% em julho, em termos homólogos, refletindo uma redução de 20% no segmento da produção de energia elétrica.
“No acumulado de janeiro a julho, o consumo de gás natural cresceu 4,1%, impulsionado por um aumento de 14% no segmento da produção de eletricidade e de 0,3% no segmento convencional”, conclui o relatório.
Depois da solar, a produção hídrica foi a mais relevante, com 16%, seguida da energia eólica, com 13%.
A produção não renovável abasteceu 13% do consumo, enquanto os restantes 34% corresponderam a energia importada.
No mês passado, o índice de produtibilidade solar foi de 0,89, enquanto o hídrico atingiu 1,26 e o eólico 0,71.
“Nos primeiros sete meses do ano, a produção renovável assegurou 68% do consumo, repartida pela hidroelétrica com 27%, eólica com 24%, fotovoltaica com 12% e biomassa com 5%”, diz a REN.
No mesmo período, a produção a gás natural representou 14% do consumo, sendo os restantes 18% assegurados por energia importada.
O consumo de energia elétrica em julho “manteve a tendência de crescimento verificada ao longo do ano, registando um aumento homólogo de 3% (1,8%, após correção dos efeitos da temperatura e do número de dias úteis)”, explica a REN.
Já no mercado do gás natural, o consumo caiu 7,3% em julho, em termos homólogos, refletindo uma redução de 20% no segmento da produção de energia elétrica.
“No acumulado de janeiro a julho, o consumo de gás natural cresceu 4,1%, impulsionado por um aumento de 14% no segmento da produção de eletricidade e de 0,3% no segmento convencional”, conclui o relatório.